Ela está antenada com o mundo,
Eu já não vejo mais seu futuro.
Ela gosta de suas músicas e seu modo de ser,
Eu gostaria de ter deixado de nascer.
Ela ama seus poemas e poesias,
Eu já acho que rimas me dão azia.
Ela se importa em ser feliz,
Eu me atento a esquecer que sou infeliz.
Mas com tudo diferente eu posso dizer:
Marina, fico feliz em te conhecer.
Realmente, é bom que eu não rime tanto o tempo todo, rimas fracas. Mas saiba Marina, mesmo com as rimas porcas, ao nível de Marina cara de Piscina, eu estou aqui para tentar alegrar o seu dia, e te mandar energia positiva, como um prestativo cátion.
Espero que esse seja seu primeiro parabéns, de muitos que virão no dia de hoje. Meus sinceros e felizes parabéns. :*
domingo, 21 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Leviatã
Como um pequeno e frágil barco de papel,
Descendo pela tirana correnteza,
Onde a qualquer momento possa naufragar,
A vida segue seu rumo, desumana leviatã.
Apesar da constante luta,
Não consigo combater meu maior inimigo.
Este não é um colega ou um amigo postiço,
Apenas meu Eu recôndito.
Um dia o cansaço vencerá?
Um dia a paciência se findará?
Emoções represadas,
Pergunto-me quando transbordará.
Tão dispendioso me expor,
Tão corrosivo me suprimir.
Minha mente fatigada quase não consegue ocultar
Que há uma guerra interna em meu ser.
Como um pequeno e frágil barco de papel,
Descendo pela tirana correnteza,
Onde a qualquer momento possa naufragar,
A vida segue seu rumo, desumana leviatã.
Eu fazendo poesia é simplesmente trash. Nilton (professor de Literatura, não o de Oclusão/Prótese Fixa I/II. Se bem que o de prótese gosta tanto de leviandades como essas que ele é capaz de gostar também. Medo.) iria se orgulhar de mim, afinal eu não entreguei nenhum texto para ele. rs.
Trashtrashtrashtrash OK Parei.
Até a próxima.
Descendo pela tirana correnteza,
Onde a qualquer momento possa naufragar,
A vida segue seu rumo, desumana leviatã.
Apesar da constante luta,
Não consigo combater meu maior inimigo.
Este não é um colega ou um amigo postiço,
Apenas meu Eu recôndito.
Um dia o cansaço vencerá?
Um dia a paciência se findará?
Emoções represadas,
Pergunto-me quando transbordará.
Tão dispendioso me expor,
Tão corrosivo me suprimir.
Minha mente fatigada quase não consegue ocultar
Que há uma guerra interna em meu ser.
Como um pequeno e frágil barco de papel,
Descendo pela tirana correnteza,
Onde a qualquer momento possa naufragar,
A vida segue seu rumo, desumana leviatã.
Eu fazendo poesia é simplesmente trash. Nilton (professor de Literatura, não o de Oclusão/Prótese Fixa I/II. Se bem que o de prótese gosta tanto de leviandades como essas que ele é capaz de gostar também. Medo.) iria se orgulhar de mim, afinal eu não entreguei nenhum texto para ele. rs.
Trashtrashtrashtrash OK Parei.
Até a próxima.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Patético
Sempre sofri muito com mulheres...Não é que eu tenha muitas relações fracassadas, nem muitos casos de amor inacabados, mas meu coração foi partido muitas vezes. Nunca falei o que sentia para nenhuma menina que me fazia suar, minhas mãos gelarem, meu rosto enrubescer. Talvez por isso eu sempre fui o amigo que diz: Parabéns pelo namoro, que bom que você está feliz! Que bom que o seu relacionamento está muito bom!, e nunca aquele que um dia pôde fazer alguém feliz, ou fazer o relacionamento funcionar.
Meio maluco, me apaixono antes mesmo de ter uma relação mais profunda ( mesmo de amizade ) e conforme a amizade cresce, eu sou taxado como o "melhor amigo, aquele que eu posso confiar e falar tudo que me vem à cabeça". Bem, entenda que falar sobre casos e possíveis namorados com a pessoa que a ama machuca. Acho que se pudesse descrever, seria algo parecido com mergulhar no mar ártico... Não pense que sou instável ou me apaixono fácil, eu tenho dois amores platônicos na minha vida. Uma que eu de fato convivi muito, e outra que mesmo perdendo o desencanto, mesmo deixando ela de lado, algumas vezes ela aparece, e só de eu saber que ela está no lugar eu perco minha confiança, me falta o ar, me falta o chão.
Às vezes ainda me pergunto por que eu não sou uma opção? Por que eu não sou considerado bonito por ninguém? Por que alguém que não esteve lá por ela, por que algúem que não tem o menor vínculo, que nunca a ajudou, que nunca sorriu com todo o coração para ela é visto com tanta ternura, e eu sou deixado de lado?
Momento emo tenso, mas eu tava meio pra baixo essa semana e resolvi escrever... Motivos fúteis como esse me fazem pensar que eu sou uma pessoa vazia, por ficar triste com isso. Bem, não posso evitar. Até a próxima =*
Meio maluco, me apaixono antes mesmo de ter uma relação mais profunda ( mesmo de amizade ) e conforme a amizade cresce, eu sou taxado como o "melhor amigo, aquele que eu posso confiar e falar tudo que me vem à cabeça". Bem, entenda que falar sobre casos e possíveis namorados com a pessoa que a ama machuca. Acho que se pudesse descrever, seria algo parecido com mergulhar no mar ártico... Não pense que sou instável ou me apaixono fácil, eu tenho dois amores platônicos na minha vida. Uma que eu de fato convivi muito, e outra que mesmo perdendo o desencanto, mesmo deixando ela de lado, algumas vezes ela aparece, e só de eu saber que ela está no lugar eu perco minha confiança, me falta o ar, me falta o chão.
Às vezes ainda me pergunto por que eu não sou uma opção? Por que eu não sou considerado bonito por ninguém? Por que alguém que não esteve lá por ela, por que algúem que não tem o menor vínculo, que nunca a ajudou, que nunca sorriu com todo o coração para ela é visto com tanta ternura, e eu sou deixado de lado?
Momento emo tenso, mas eu tava meio pra baixo essa semana e resolvi escrever... Motivos fúteis como esse me fazem pensar que eu sou uma pessoa vazia, por ficar triste com isso. Bem, não posso evitar. Até a próxima =*
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Luxúria
Júlia era uma católica típica: Rezava todas as noites antes de dormir, ia à igreja com a família todos os domingos, não comia carne bovina nas sextas-feiras santas. Era extremamente preconceituosa, sempre julgava os outros, egoísta e invejosa.
Dissimulada, conseguia sempre enganar todos à sua volta. Manipulava os fatos como um jogador de xadrez manipulava seus peões. Amigos, familiares, namorados, vizinhos, ninguém escapava de suas mentiras e joguinhos.
Quando sua mãe ficou grávida, ela subitamente se deu conta de que sua menstruação não viera por três meses. Saiu correndo pela casa, trancou-se em seu quarto para que ninguém visse que sua expressão havia mudado, que agora seu rosto era uma mistura de ódio e humilhação. A verdade lhe batia a cabeça como um martelo: Estava grávida também. Ao deitar-se à noite, conseguia ouvir o fruto do demônio consumindo suas forças, crescendo e cada vez mais perto de desmascará-la.
Ninguém podia saber de seu erro, de uma criança gerada pela luxúria, por algo tão abominável e errôneo em sua mente. Nos dias que se seguiram, convencera seus pais de que iria passar o final de semana na casa de uma amiga, e foi para uma clínica clandestina, onde abortou a criança.
Cada dia que se passava mais a infecção se alastrava, mais a cor desaparecia de sua face. Sentia Sua ira em ter acabado com a vida de uma pessoa inocente, enquanto ela não tinha condições de se defender. Quando percebeu o quanto era fraca e covarde, lágrimas começaram a rolar em sua face, mas no fundo ela sabia que não haveria escapatória para seu pecado.
Internada na UTI semanas depois, a septicemia já era um quadro consolidado. A sua inocência manchada como os seus lençóis, que agora eram de uma tonalidade vermelha doentia. O suor frio grudava o cabelo em sua testa, fazendo o pálido de sua pele mais doentio. Em seus últimos suspiros, pediu perdão uma última vez, e sua respiração cessou. A verdade já não era um mistério para seus amigos e familiares, agora todos sabiam que Júlia era vítima de sua própria hipocrisia.
Dissimulada, conseguia sempre enganar todos à sua volta. Manipulava os fatos como um jogador de xadrez manipulava seus peões. Amigos, familiares, namorados, vizinhos, ninguém escapava de suas mentiras e joguinhos.
Quando sua mãe ficou grávida, ela subitamente se deu conta de que sua menstruação não viera por três meses. Saiu correndo pela casa, trancou-se em seu quarto para que ninguém visse que sua expressão havia mudado, que agora seu rosto era uma mistura de ódio e humilhação. A verdade lhe batia a cabeça como um martelo: Estava grávida também. Ao deitar-se à noite, conseguia ouvir o fruto do demônio consumindo suas forças, crescendo e cada vez mais perto de desmascará-la.
Ninguém podia saber de seu erro, de uma criança gerada pela luxúria, por algo tão abominável e errôneo em sua mente. Nos dias que se seguiram, convencera seus pais de que iria passar o final de semana na casa de uma amiga, e foi para uma clínica clandestina, onde abortou a criança.
Cada dia que se passava mais a infecção se alastrava, mais a cor desaparecia de sua face. Sentia Sua ira em ter acabado com a vida de uma pessoa inocente, enquanto ela não tinha condições de se defender. Quando percebeu o quanto era fraca e covarde, lágrimas começaram a rolar em sua face, mas no fundo ela sabia que não haveria escapatória para seu pecado.
Internada na UTI semanas depois, a septicemia já era um quadro consolidado. A sua inocência manchada como os seus lençóis, que agora eram de uma tonalidade vermelha doentia. O suor frio grudava o cabelo em sua testa, fazendo o pálido de sua pele mais doentio. Em seus últimos suspiros, pediu perdão uma última vez, e sua respiração cessou. A verdade já não era um mistério para seus amigos e familiares, agora todos sabiam que Júlia era vítima de sua própria hipocrisia.
sábado, 8 de maio de 2010
Óbito
Não se lembrava mais quanto tempo estava naquela escuridão. Conseguia sentir suas costelas fraturadas perfurando seus pulmões, sentia o gosto de sangue em sua boca, seus ombros deslocados, seus hematomas. Marcas da violenta tortura que sofrera antes de ser enterrado.
Suas mãos latejavam com as farpas, resultado das tentativas inúteis de se libertar. Não conseguia tirar seu pensamento de que pouco acima dele o ar corria livre pelos gramados, o oxigênio tão importante, e que as pessoas simplesmente ignoravam todos os dias, vivendo suas vidas atarefadas. Começava a suar, o ar estava extremamente carregado com o vapor de sua respiração. Quanto mais faltaria até a verdade incontestável?
Nunca pensara em sua vida terminando naquele estado, sempre se via em idade avançada, rodeado de netos, em sua casa, confortável, feliz. Todos seus planos para o futuro, agora algo inalcançável. Mais algo a ser devorado pelos vermes, afinal.
Tudo deu errado, porém, quando sua empresa começara a ir mal. Contas atrás de contas chegavam, eram como marteladas em sua mente. As dívidas começavam a se acumular, e sabia que não demoraria muito até as portas fecharem e ele se tornar apenas outro empresário mal sucedido. Situações desesperadas exigem medidas desesperadas, pensava deste modo, e foi exatamente como agiu. Pegou dinheiro emprestado com pessoas perigosas.
Os meses que se seguiram foram de prosperidade, a empresa saíra do vermelho, finalmente começava a dar frutos. Por mais que a empresa estivesse bem, os lucros mal davam para cobrir os juros mensais. Eles ficaram mais agressivos, passaram a ir em seu escritório todos os dias, ameaçá-lo.
Não adiantava mais revolver aquelas memórias, pensou ele. Nada do que pensasse ou sentisse poderia tirá-lo daquela situação. Já se sentia fraco com a falta de ar. A escuridão não amenizava a sua sensação de confinamento. O que mais lhe incomodava é que ninguém sentiria sua falta, ele seria apenas mais um corpo esquecido em meio a todos os outros indigentes enterrados naquela parte do cemitério.
Havia cortado relações com os pais há muito tempo, também não iriam se surpreender de o filho não telefonar, não mandar uma carta, um sinal de vida. Não tinha esposa ou namorada, a sua ex o odiava, exigiam demais do seu tempo, do seu dinheiro. Estava ocupado demais com seu emprego para se preocupar com outra pessoa. Se pelo menos alguém sentisse sua falta. A esperança se extinguia, como as areias de uma ampulheta.
Passaram-se dias, meses, anos. O que era madeira apodreceu, expondo o corpo ao tempo. A carne se fora, ficara apenas os ossos do que um dia fora uma pessoa com sonhos, esperanças. Mas ele ainda olhava para cima, esperando que algum milagre o salvasse, que algúem enfim se lembrasse dele, que alguém o procurasse. O que eram olhos se tornaram apenas órbitas preenchidas de terra, mas ainda olhavam para cima, aguardando o milagre que nunca chegou.
Bem, é isso. Nem teve humor nesse...Até a próxima :*
Suas mãos latejavam com as farpas, resultado das tentativas inúteis de se libertar. Não conseguia tirar seu pensamento de que pouco acima dele o ar corria livre pelos gramados, o oxigênio tão importante, e que as pessoas simplesmente ignoravam todos os dias, vivendo suas vidas atarefadas. Começava a suar, o ar estava extremamente carregado com o vapor de sua respiração. Quanto mais faltaria até a verdade incontestável?
Nunca pensara em sua vida terminando naquele estado, sempre se via em idade avançada, rodeado de netos, em sua casa, confortável, feliz. Todos seus planos para o futuro, agora algo inalcançável. Mais algo a ser devorado pelos vermes, afinal.
Tudo deu errado, porém, quando sua empresa começara a ir mal. Contas atrás de contas chegavam, eram como marteladas em sua mente. As dívidas começavam a se acumular, e sabia que não demoraria muito até as portas fecharem e ele se tornar apenas outro empresário mal sucedido. Situações desesperadas exigem medidas desesperadas, pensava deste modo, e foi exatamente como agiu. Pegou dinheiro emprestado com pessoas perigosas.
Os meses que se seguiram foram de prosperidade, a empresa saíra do vermelho, finalmente começava a dar frutos. Por mais que a empresa estivesse bem, os lucros mal davam para cobrir os juros mensais. Eles ficaram mais agressivos, passaram a ir em seu escritório todos os dias, ameaçá-lo.
Não adiantava mais revolver aquelas memórias, pensou ele. Nada do que pensasse ou sentisse poderia tirá-lo daquela situação. Já se sentia fraco com a falta de ar. A escuridão não amenizava a sua sensação de confinamento. O que mais lhe incomodava é que ninguém sentiria sua falta, ele seria apenas mais um corpo esquecido em meio a todos os outros indigentes enterrados naquela parte do cemitério.
Havia cortado relações com os pais há muito tempo, também não iriam se surpreender de o filho não telefonar, não mandar uma carta, um sinal de vida. Não tinha esposa ou namorada, a sua ex o odiava, exigiam demais do seu tempo, do seu dinheiro. Estava ocupado demais com seu emprego para se preocupar com outra pessoa. Se pelo menos alguém sentisse sua falta. A esperança se extinguia, como as areias de uma ampulheta.
Passaram-se dias, meses, anos. O que era madeira apodreceu, expondo o corpo ao tempo. A carne se fora, ficara apenas os ossos do que um dia fora uma pessoa com sonhos, esperanças. Mas ele ainda olhava para cima, esperando que algum milagre o salvasse, que algúem enfim se lembrasse dele, que alguém o procurasse. O que eram olhos se tornaram apenas órbitas preenchidas de terra, mas ainda olhavam para cima, aguardando o milagre que nunca chegou.
Bem, é isso. Nem teve humor nesse...Até a próxima :*
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O Vilarejo Feliz
Havia, há muito tempo atrás, um vilarejo de pessoas felizes. Toda vez que se viam eram gentis umas com as outras, se cumprimentavam, riam, falavam coisas sobre como o dia estar lindo, os pássaros cantando.
Sempre viam o melhor de tudo, nada que acontecesse no vilarejo tinha somente pontos negativos. Por exemplo, se houvesse uma goteira no teto da casa, falavam que tudo bem, ao menos assim teriam algo para se distrair em um dia de chuva, se o cachorro de alguém fugia, ele estaria em um lugar mais feliz, fazendo o que lhe viesse à cabeça, tendo muitos filhotes e uma família muito feliz.
Eram felizes demais para repararem que o céu estava diferente.
Felizes demais para repararem os tremores de terra.
Felizes demais para repararem que o vulcão tinha voltado à ativa.
Felizes demais para ver que a lava descia.
Felizes demais para repararem que não sobrara mais nada do vilarejo.
Mas olhem pelo lado bom, o dia seguinte foi ensolarado, e apesar de não ter sobrado ninguém, estava um ótimo dia para pescar.
Não sei onde que se enquadra meu textículo. Bem. Nunca soube diferenciar conto de crônica de whatever. Hora de ser mais sádico. Até :*
Sempre viam o melhor de tudo, nada que acontecesse no vilarejo tinha somente pontos negativos. Por exemplo, se houvesse uma goteira no teto da casa, falavam que tudo bem, ao menos assim teriam algo para se distrair em um dia de chuva, se o cachorro de alguém fugia, ele estaria em um lugar mais feliz, fazendo o que lhe viesse à cabeça, tendo muitos filhotes e uma família muito feliz.
Eram felizes demais para repararem que o céu estava diferente.
Felizes demais para repararem os tremores de terra.
Felizes demais para repararem que o vulcão tinha voltado à ativa.
Felizes demais para ver que a lava descia.
Felizes demais para repararem que não sobrara mais nada do vilarejo.
Mas olhem pelo lado bom, o dia seguinte foi ensolarado, e apesar de não ter sobrado ninguém, estava um ótimo dia para pescar.
Não sei onde que se enquadra meu textículo. Bem. Nunca soube diferenciar conto de crônica de whatever. Hora de ser mais sádico. Até :*
terça-feira, 4 de maio de 2010
Vestibular de Uberlândia
Tenho de contar sobre meu vestibular em Uberlândia, que foi o único vestibualr que fiz fora do DF.
Tudo começou em uma tarde de sábado, quando eu e meu pai fomos para o carro, para a viagem de aproximadamente seis horas. Duas horas depois, no meio da estrada (em um pequenino vilarejo em Goiás) meu pai fala pra eu dirigir o resto da viagem até Uberlândia. Se vocês conhecessem meu pai, saberiam que não tem como falar não pra ele. Pois bem, eu tinha uns 15 dias de permissão para dirigir, e peguei a estrada desde essa cidadezinha até Uberlândia (eu sentia dores no corpo terríveis quando cheguei no hotel que iríamos ficar, porque eu fiquei umas ...4 horas dirigindo? E fiquei tenso durante todo o percurso, já que além de dirigir na estrada, ainda dirigi de 10 da noite até 2 da manhã).
Pois bem, dormimos, e no dia seguinte fomos abastecer. No posto, perguntamos ao frentista o que tinha para se fazer na cidade.
- Bem..... tem o shopping........
-Ok.
Não consegui me conter e começei a rir (eu sempre morei em cidade grande, Brasília, Rio de Janeiro, e apesar de ter nacido em Cascavel, no Paraná, eu saí de lá com uns 2 anos, logo eu não lembro de absolutamente nada)
Almoçamos no incrível shopping, e voltamos para a faculdade, que era subindo a rua do hotel em que estávamos hospedados. Muvuca geral na porta, alunos de todos os cantos do triângulo mineiro, alguns de Bsb, encontrei uma velha amiga do ensino médio que tinha voltado pra Uberlândia. Na longa espera da abertura dos portões, eu recebi aquelas propagandas de cursinho que falam algumas fórmulas, dei uma lida, me perguntei como diabos eles tinham tanta certeza de que iriam cair só aqueles assuntos (geralmente os daqui que panfletam perto da UnB são enormes, com umas 2 folhas, cheias de fórmulas diversas). Fazendo a prova da primeira etapa eu me deparei com duas surpresas: Todas as fórmulas que tavam naquele panfletinho caíram na parte de matemática, tinha filosofia e sociologia. Como eu não tava muito a fim de passar em Uberlândia, eu não tinha lido a ementa da prova. Big mistake, LEIAM A EMENTA sempre, fikdik. Porque as ementas desses vestibulares não é que nem a UnB: Podemos cobrar tudo, e mesmo se n cobrarmos tudo q tem aqui, podemos colocar um pequeno texto antes e ainda assim cobrar. Elas realmente dizem o que vai cair na prova.
Sempre fui um dos primeiros da sala a terminar a prova, isso sempre foi verdade, mesmo em ensino fundamental, e só ficou mais evidente no ensino médio e na faculdade. Resultado: fui o primeiro a levantar da sala, em ambas as etapas. Os olhares dos outros da sala podiam ser divididos em três categorias:
1. *********** perdi minha vaga pra esse cara (desilusão);
2. Nossa, que burrão, ele não sabia responder nada, menos 1 no caminho (confiança);
3. Ai Jesus, deixa eu ver sua prova (desespero).
Como o resultado da UnB saiu antes eu nem tinha me dado mt importância e não tinha visto se eu tinha passado na UFU. Só sei que passei porque vários veteranos da UFU me adicionaram, e era "parabééééééns bixoooooooo" (WTF!?!?). Depois descobri que bixo é calouro. E quando vi no site eu ainda fiquei entre os primeiros colocados do meu curso. (massagem no ego).
E é isso. Até outro post :*
Tudo começou em uma tarde de sábado, quando eu e meu pai fomos para o carro, para a viagem de aproximadamente seis horas. Duas horas depois, no meio da estrada (em um pequenino vilarejo em Goiás) meu pai fala pra eu dirigir o resto da viagem até Uberlândia. Se vocês conhecessem meu pai, saberiam que não tem como falar não pra ele. Pois bem, eu tinha uns 15 dias de permissão para dirigir, e peguei a estrada desde essa cidadezinha até Uberlândia (eu sentia dores no corpo terríveis quando cheguei no hotel que iríamos ficar, porque eu fiquei umas ...4 horas dirigindo? E fiquei tenso durante todo o percurso, já que além de dirigir na estrada, ainda dirigi de 10 da noite até 2 da manhã).
Pois bem, dormimos, e no dia seguinte fomos abastecer. No posto, perguntamos ao frentista o que tinha para se fazer na cidade.
- Bem..... tem o shopping........
-Ok.
Não consegui me conter e começei a rir (eu sempre morei em cidade grande, Brasília, Rio de Janeiro, e apesar de ter nacido em Cascavel, no Paraná, eu saí de lá com uns 2 anos, logo eu não lembro de absolutamente nada)
Almoçamos no incrível shopping, e voltamos para a faculdade, que era subindo a rua do hotel em que estávamos hospedados. Muvuca geral na porta, alunos de todos os cantos do triângulo mineiro, alguns de Bsb, encontrei uma velha amiga do ensino médio que tinha voltado pra Uberlândia. Na longa espera da abertura dos portões, eu recebi aquelas propagandas de cursinho que falam algumas fórmulas, dei uma lida, me perguntei como diabos eles tinham tanta certeza de que iriam cair só aqueles assuntos (geralmente os daqui que panfletam perto da UnB são enormes, com umas 2 folhas, cheias de fórmulas diversas). Fazendo a prova da primeira etapa eu me deparei com duas surpresas: Todas as fórmulas que tavam naquele panfletinho caíram na parte de matemática, tinha filosofia e sociologia. Como eu não tava muito a fim de passar em Uberlândia, eu não tinha lido a ementa da prova. Big mistake, LEIAM A EMENTA sempre, fikdik. Porque as ementas desses vestibulares não é que nem a UnB: Podemos cobrar tudo, e mesmo se n cobrarmos tudo q tem aqui, podemos colocar um pequeno texto antes e ainda assim cobrar. Elas realmente dizem o que vai cair na prova.
Sempre fui um dos primeiros da sala a terminar a prova, isso sempre foi verdade, mesmo em ensino fundamental, e só ficou mais evidente no ensino médio e na faculdade. Resultado: fui o primeiro a levantar da sala, em ambas as etapas. Os olhares dos outros da sala podiam ser divididos em três categorias:
1. *********** perdi minha vaga pra esse cara (desilusão);
2. Nossa, que burrão, ele não sabia responder nada, menos 1 no caminho (confiança);
3. Ai Jesus, deixa eu ver sua prova (desespero).
Como o resultado da UnB saiu antes eu nem tinha me dado mt importância e não tinha visto se eu tinha passado na UFU. Só sei que passei porque vários veteranos da UFU me adicionaram, e era "parabééééééns bixoooooooo" (WTF!?!?). Depois descobri que bixo é calouro. E quando vi no site eu ainda fiquei entre os primeiros colocados do meu curso. (massagem no ego).
E é isso. Até outro post :*
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Tudo tem de ter um começo.
Bem, tenho pensado ultimamente sobre a minha vida vazia, e como, se eu morresse hoje, não teria nada pra deixar pra trás, além de pessoas que sentiriam saudade de mim pelas próximas duas semanas, e de repente eu estaria esquecido, no meu pequeno túmulo, voltando ao grande ciclo do carbono...
Tá. Chega de emice, que o mundo já tá cheio. Então, com esse meu vazio no peito, resolvi escrever \o/. Como todos / grande maioria sabe, eu sou filho único ( não sei se realmente gostaria de ter irmãos ) mas isso me faz uma pessoa realmente sozinha. Meus pais? Bem, meus pais ligam pro que eu faço de errado, mas eles não se importam com o que eu penso, ou digo, ou faço de certo...
Por mais que eu não me ache burro, nem desinteressante, você tem de concordar comigo do meu ponto de vista: Se os seus pais não ligam pro que você diz, por que diabos outra pessoa que não tem o menor laço afetivo e sangüíneo se importaria com o seu ponto de vista?
Como estou escrevendo, nada pode mudar as minhas palavras, e pela primeira vez em toda minha vida, achei um lugar em que ninguém pode me interromper.
Ainda não sei ao certo que abobrinhas escreverei, pretendo manter um blog realmente variado no que se refre a temas dos posts.
Quanto ao nome Crivellaro: Certo dia estava morgando no msn, logo me deu a idéia de virar um mafioso. Conversei com amigas sobre o assunto, e vi que o que eu realmente estava precisando era de um bom nome italiano, que fundasse a minha family, com meus capangas e minha lavanderia que secretamente lavaria dinheiro. Falem a truth, ser mafioso é legal e cheio de estilo. *o*. Enfim, recorri ao Deus de todo o conhecimento: O Google. Dentre uma lista de incontáveis nomes italianos (devo admitir que minha fonte era terrível, quem teria Gnocchi como sobrenome) eu finalmente achei, C R I V E L L A R O. Lindo, imponente, Stefhany... E adotei como meu.
Espero que gostem do que eu escrever com o passar do tempo. kthxbye :*
Tá. Chega de emice, que o mundo já tá cheio. Então, com esse meu vazio no peito, resolvi escrever \o/. Como todos / grande maioria sabe, eu sou filho único ( não sei se realmente gostaria de ter irmãos ) mas isso me faz uma pessoa realmente sozinha. Meus pais? Bem, meus pais ligam pro que eu faço de errado, mas eles não se importam com o que eu penso, ou digo, ou faço de certo...
Por mais que eu não me ache burro, nem desinteressante, você tem de concordar comigo do meu ponto de vista: Se os seus pais não ligam pro que você diz, por que diabos outra pessoa que não tem o menor laço afetivo e sangüíneo se importaria com o seu ponto de vista?
Como estou escrevendo, nada pode mudar as minhas palavras, e pela primeira vez em toda minha vida, achei um lugar em que ninguém pode me interromper.
Ainda não sei ao certo que abobrinhas escreverei, pretendo manter um blog realmente variado no que se refre a temas dos posts.
Quanto ao nome Crivellaro: Certo dia estava morgando no msn, logo me deu a idéia de virar um mafioso. Conversei com amigas sobre o assunto, e vi que o que eu realmente estava precisando era de um bom nome italiano, que fundasse a minha family, com meus capangas e minha lavanderia que secretamente lavaria dinheiro. Falem a truth, ser mafioso é legal e cheio de estilo. *o*. Enfim, recorri ao Deus de todo o conhecimento: O Google. Dentre uma lista de incontáveis nomes italianos (devo admitir que minha fonte era terrível, quem teria Gnocchi como sobrenome) eu finalmente achei, C R I V E L L A R O. Lindo, imponente, Stefhany... E adotei como meu.
Espero que gostem do que eu escrever com o passar do tempo. kthxbye :*
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