Como um pequeno e frágil barco de papel,
Descendo pela tirana correnteza,
Onde a qualquer momento possa naufragar,
A vida segue seu rumo, desumana leviatã.
Apesar da constante luta,
Não consigo combater meu maior inimigo.
Este não é um colega ou um amigo postiço,
Apenas meu Eu recôndito.
Um dia o cansaço vencerá?
Um dia a paciência se findará?
Emoções represadas,
Pergunto-me quando transbordará.
Tão dispendioso me expor,
Tão corrosivo me suprimir.
Minha mente fatigada quase não consegue ocultar
Que há uma guerra interna em meu ser.
Como um pequeno e frágil barco de papel,
Descendo pela tirana correnteza,
Onde a qualquer momento possa naufragar,
A vida segue seu rumo, desumana leviatã.
Eu fazendo poesia é simplesmente trash. Nilton (professor de Literatura, não o de Oclusão/Prótese Fixa I/II. Se bem que o de prótese gosta tanto de leviandades como essas que ele é capaz de gostar também. Medo.) iria se orgulhar de mim, afinal eu não entreguei nenhum texto para ele. rs.
Trashtrashtrashtrash OK Parei.
Até a próxima.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
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